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Inicia-se esta segunda-feira a programação de três filmes distintos entre si, tanto na abordagem, como no questionamento, mas que comungam do trabalho em torno do mesmo leitmotiv: o Vento. Amanhã, às 16h15, no Estúdio 213, será a vez do filme de animação As Asas do Vento (2013), do realizador Hayao Miyazaki.
Em Novembro, o Cineclube e a disciplina de Filosofia apresentam uma programação desenvolvida em parceria.
No mês em que a procura pelo saber e a paixão pelo cinema se encontram, serão projetados três filmes absolutamente imperdíveis que aprofundam o mesmo leitmotiv: o Vento. Assim, nos dias 19, 21 e 28 de Novembro, serão projetados As Asas do Vento (2013), de Hayao Miyazaki, O Vento (1928), de Victor Sjöström, e Une Histoire de Vent (1988), de Joris Ivens, filmes distintos entre si, tanto na abordagem, como no questionamento, mas que comungam do trabalho em torno da mesma força: o Vento – força tamanha e invisível que se manifesta nos elementos mais simples e concretos. Como lembra Robert Bresson: «Traduzir o vento invisível pela água que ele esculpe ao passar.».
Entretanto, no âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Filosofia, dedicadas este ano, na António Arroio, ao Fim da Grande Guerra, já na próxima quarta-feira, dia 14 de Novembro, será exibido o filme A Grande Ilusão (1937), de Jean Renoir. Trata-se de uma obra maior da História do Cinema que conta a história do aprisionamento, pelos alemães, de soldados e oficiais franceses e do relacionamento que se estabelece entre os dois lados.
A programação deste mês não seria possível sem o apoio da distribuidora Outsider Films, da Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, do Plano Nacional de Cinema, e a dedicação/profissionalismo da empresa Bazar do Vídeo. A todos, o nosso muito obrigado!

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