domingo, 26 de outubro de 2014


António Arroio no Diário de Notícias



imagem: Fotografia © Júlio Lobo Pimentel/Global Imagens

Na António Arroio motivação atenua atraso nas colocações, que afeta mais de 900 alunos. A nível nacional ainda faltam 600 a 700 docentes.

A meio da tarde, a Escola Artística António Arroio, em Lisboa, parece uma fábrica de criatividade. Há alunos a trabalhar em ourivesaria, madeiras, cerâmica e têxteis. Estudantes a editarem um vídeo com uma curta-metragem protagonizada pelos próprios e outros a desenvolverem letras antropomórficas (com formas humanas) numa aula de Design de Comunicação.
As roupas e adereços, os penteados e as cores quase fluorescentes de alguns cabelos, lembram-nos de que estamos numa escola de artistas. Mas a disciplina que demonstram nas tarefas arruma por completo qualquer ideia preconcebida em relação a estes estudantes. Aliás, custa a crer que as aulas só começaram no dia 2, com duas semanas de atraso em relação ao arranque oficial do ano letivo. E que "35 das 49 turmas da escola" - 930 dos 1300 alunos - continuam com professores em falta.

Ler + edição digital (24-10-2014)

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