quinta-feira, 26 de julho de 2012


Poema à escola


Poema coletivo, elaborado na aula de Português.

E tudo começou no A
Mãos crispadas, abraçadas fortemente a um sonho
Num imaginário descontente o poder de criar e deslumbrar
A nossa segunda casa, a nossa segunda família
O sentir das rugas da mão que nos acaricia
Aqui prosseguimos e podemos voar mesmo não tendo asas
Um lugar onde se pode sonhar, sem medo de “outro” olhar
O lugar onde podemos ser quem realmente somos
Sentados na Ilha à hora do almoço
O nosso espírito, a nossa casa
Um palco vazio de encontros e desencontros
Paredes brancas que pulsam de potencial
São mais que paredes brancas
Hospital não, maternidade da criação
Pincéis, papel e tinta
Pinceladas e sombreados
A cada dia mentes que se abrem ao nosso mundo
Tornando-o transparente
Parte de nós
A paleta de cores fortes e intensas
Que recria o interior de cada um
Porque só a diferença nos satisfaz
Solavancos de emoções por mais de mil figuras geométricas
Num quadro de harmonia, em cada folha uma história incompleta
Sítio de amar
Estes dois AAs são aquilo que melhor nos define.

                                                       da turma 11º G

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