sexta-feira, 20 de maio de 2011


Marcas de um passado



Com toda esta conversa, pode pensar-se que eu acredito em Deuses e milagres. Não se enganem! Tal como em "Sidartha" um dia Herman Hesse reflectiu, "Sou capaz de admirar mais uma pedra que um Deus, porque uma pedra já foi Terra, e pode também já ter sido um Flor, ou um Homem.", assim também eu reflicto. O meu Deus existe! Não sou de todo ateu, o meu Deus existe. O meu Deus é a Natureza! Quanto a milagres, também acredito. Acredito que o Amor um dia me aparecerá!
[excerto de "marcas de um passado"de Pedro Soares do 11º B]



O que é, ou deve ser, a leitura nas escolas? Lê-se para cumprir programas. Lê-se também do que se gosta, por prazer (não menos importante). Mas o supremo acto de leitura deve ser ler para poder reflectir, ser crítico. Fazer a sua própria leitura, mostrá-la ao mundo e crescer, sempre.

Como professores de Português, que também somos, ficamos rendidos perante esta última forma de ler. Neste caso, o Pedro Soares, do 11º ano B, de quem publicámos já aqui um texto, cumpriu o que consideramos esse fim último da leitura. O Pedro, tendo lido Os Maias de Eça de Queirós, leitura obrigatória do programa, faz a sua própria leitura.
Pedro, não lamentes ter lido o Eça. Com textos como o teu, não temos dúvida: fez-te muito bem!

Nota: O Pedro tem um blogue. Dele enviamos o link: Arte.factos de uma vida e do blogue das aulas de Português: Português do décimo primeiro.

Fonte texto e imagem: Marcas de um passado, 16-05-2011


1 comentário:

PedroSoares℗ disse...

Muito obrigado professores de Português. muito obrigado pelo reconhecimento