quinta-feira, 23 de setembro de 2010


Como proteger as crianças e jovens dos riscos online?

Não é demais reconhecer os benefícios que a Internet e o digital podem trazer às comunidades. Mas não podemos esquecer-nos dos perigos reais que nos espreitam, sendo que tudo se torna mais grave quando se trata de crianças e jovens.

Estarão as escolas a educar para a segurança? Será que as famílias estão preparadas para os perigos que nos entram em casa todos os dias, quando abrimos o pequeno écrã e ficamos online, tanto quanto dos seus benefícios? A Internet é uma moeda de duas faces e do facto não nos podemos esquecer.


Porque o perigo também está globalizado, os governos e institucões de vários países procuram minimizar os seus efeitos. Temos em Portugal, a título de exemplo, o Projecto MiúdosSegurosna.Net , que divulga informações úteis a jovens, menos jovens e educadores.

Publicamos aqui apenas um excerto da Newsletter mais recente. Um link dá-nos acesso ao texto integral.

A segurança de crianças e adolescentes na Internet é hoje alvo da atenção de famílias, escolas e comunidades. Isto para não falar de governos (locais e centrais), empresas do sector das tecnologias de informação, órgãos de comunicação social, etc.

Perigos reais para crianças e jovens na utilização da Internet. De acordo com o relatório final de um programa piloto financiado pela Comissão Europeia em 1999, no âmbito do seu Plano de Acção Para a Utilização Segura da Internet, as preocupações com os perigos associados à utilização da Internet por crianças e jovens, são bem reais e podem ser agrupados em três categorias:

Conteúdos impróprios, legais ou ilegais, tais como a pornografia, pornografia infantil, violência, ódio, racismo e outros ideais extremistas, estão facilmente disponíveis a crianças e jovens através de uma grande variedade de dispositivos. Para além de poderem ser inadequados e prejudiciais a um desenvolvimento harmonioso, podem mesmo ofender os padrões e valores segundo os quais pretende educar os seus filhos ou educandos.


Contactos potenciais por parte de pessoas mal intencionadas, que usam o email, salas de chat, instant messaging, fóruns, grupos de discussão, jogos online e telemóveis para ganharem acesso fácil a crianças e jovens e que poderão desejar fazer-lhes mal e enganá-las, representam uma verdadeira ameaça.


Comércio - práticas comerciais e publicitárias não-éticas que, não distinguindo a informação da publicidade, podem enganar crianças e jovens, promover a recolha de informações que violam a sua privacidade e promover a venda directa a crianças, atraindo-as a fazerem compras não autorizadas.

Ler texto integral AQUI.

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